AUTISMO

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Os chamados transtornos do espectro do autismo (TEA) incluem um amplo grupo de perturbações neurológicas e comportamentais as quais não são, necessariamente, provenientes dos mesmos fatores etiológicos diretos (Betancur, 2010; Buxbaum, 2009; Polsek et al., 2011; Schaefer e Mendelsohn, 2008).

O desconhecimento sobre o autismo, conhecido cientificamente como Transtorno do Espectro Autista – TEA, é o principal motivo pelo qual a condição ainda sofre preconceitos e que faz com que pais de crianças diagnosticadas com autismo tenham receio pelos filhos. De acordo com o último Manual de Saúde Mental – DSM-5, que é um guia de classificação diagnóstica, diversas condições foram fundidas e passaram a receber um único diagnóstico como Transtornos do Espectro Autista, são elas: i) transtorno autista; ii) transtorno desintegrativo da infância;
transtorno generalizado do desenvolvimento não-especificado (PDD-NOS); iii) Síndrome de Asperger.

 

Dessa forma, paciente com espectro autismo leve, TEA Asperger e outros transtornos passaram a integrar esse significado de TEA, que consiste em uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento.

Os sintomas de autismo confundem-se com as características apresentadas geralmente pelos pacientes diagnósticos com TEA. Ainda assim, podem ser identificadas como recorrentes os seguintes comportamentos:
Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, expressão facial, gestos, expressar as próprias emoções e fazer amigos; Dificuldade na comunicação, optando pelo uso repetitivo da linguagem e dificuldades para começar e manter um diálogo; Alterações comportamentais, como manias próprias, interesse intenso em coisas específicas e dificuldade de imaginação. Um diagnóstico possível a partir dos sintomas de autismo é comum na infância, ocorrendo normalmente entre 2 e 3 anos de idade. 

 

Em Israel, país mais avançados nos estudos da cannabis medicinal, a neurologista pediátrica Orit Stolar dirige o Programa de Intervenção Precoce, um projeto combinado entre o hospital em que trabalha e a Associação Nacional Israelense para crianças com autismo (Alut). Orit lista vários avanços em redução de raiva, ansiedade e hiperatividade, além de melhora do sono e integração social em pacientes com autismo que usam o extrato.

> Canabinoides ajudam a desvendar aspectos etiológicos em comum e trazem esperança para o tratamento de autismo e epilepsia.  Revista da Biologia (2014) 13(1): 43–59. Dr. Renato Malcher-Lopes . Disponível em: http://repositorio.unb.br/handle/10482/24436

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